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A Canon 5D, por exemplo, é uma camerassa. Mas não tem o monitor retrátil, utilíssimo para capturar situações espontâneas quando se faz fotografia de rua. Também não há controlador óptico de flashes externos, ferramenta usada por 100% de fotógrafos que trabalham em estúdio. E, veja só, a câmera da Canon munida de ambos atributos é justamente a 600D (Rebel T3i), a mais barata da linha.
Pondo lado a lado, claro que a 5D é superior. Sensor full frame (na prática, faz fotos cerca de 25% maiores) e alcança ISO’s altíssimos sem perda de qualidade na imagem, o que a faz ter desempenho incrível sob qualquer tipo de iluminação.
Agora, outro fator determinante. A 5D custa quatro vezes mais que a 600D. E é aí que a Canon acaba sendo uma vítima de sua própria qualidade.
Só pra deixar claro: o equipamento faz diferença e melhora nossas fotos, sim. Ele só não faz isso sozinho. Temos que melhorar junto com ele.
Se você está querendo imergir na fotografia com sua câmera profissional nova, seja ela qual for, mas o manual parece muito grande, aqui vão algumas dicas pra tirar ela da caixa e ir logo ao que interessa.
-Tire o modo automático da frente, logo de cara.
Faça de tudo pra esquecer aquele AUTO. Ele é atraso de vida.
Já inicie no “P” mode, que é um tanto quanto automatizado, mas ainda dá possibilidades de pequenos ajustes.
Maquineiros que entendem tudo de câmera, mas esquecem de estudar fotografia, detestam o modo P. Fotógrafos, não. A máquina tem que agir a seu favor, e não atrapalhá-lo.
As principais diferenças incluem:
– No P mode, pode-se girar a roldana que ajusta a combinação entre abertura e velocidade. No automático, não.
– O ISO pode ser ajustado manualmente em P mode. No automático, não.
– O pop-up flash sobe quase 100% das vezes no modo automático. No P mode, você escolhe quando quer utilizá-lo.
Se foi gol, não interessa se foi de bico ou de barriga. Não há sentido em julgar uma grande imagem por ter sido tirada em “P”, “Av” ou “M” mode.
Enfim, o modo automático recebe uma programação para que o primeiro plano esteja sempre iluminado e não borre. Ele foi feito para que as câmeras ditas “profissionais” não intimidem e possam ser vendáveis para qualquer público. O “P” não só é um ótimo início, como pode continuar sendo utilizado mesmo depois que o repertório de recursos do fotografo aumenta.
Alguns fotógrafos de antigamente, por exemplo, faria de tudo por um “P” mode em suas câmeras. Inclusive, grandes deles e de mais de uma geração, ainda o utilizam, como Moises Saman e Joe McNally. David Alan Harvey diz que, quando fotografa com filme, só não utiliza o “P” mode porque não tem essa opção.
Depois de anos trabalhando em minas de ouro, Feliciano Mendes ficou doente e jurou que se a recuperasse a saúde mandaria erguer um templo. Curado, o garimpeiro deu início às obras em 1757, mas morreu pouco tempo depois, sem saber que de sua iniciativa surgiria um dos maiores tesouros da arte barroca do país, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 1985.
A cidade de São Miguel das Missões é um conjunto de ruínas da antiga redução de São Miguel Ancanjo, possui um dos mais ricos patrimônios históricos e culturais do período das Missões na América do Sul. As missões eram iniciativas religiosas destinadas a propagarem os princípios do Cristianismo entre os povos não cristãos. As ruínas de São Miguel das Missões no Brasil, as de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nuestra Señora de Loreto e Santa María la Mayor, na Argentina, juntas foram reconhecidas como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1983. Eles são os impressionantes restos de cinco missões jesuítas, construídas nas terras dos índios guaranis nos séculos XVII e XVIII.
Conhecer a região das Missões é viajar por 400 anos de História. Essa volta no tempo permite reviver a fantástica obra evangelizadora dos Padres da Companhia de Jesus e sua determinação em converter à fé cristã os indígenas que habitavam esta região da América.
São Miguel, sendo o principal atrativo turístico e cultural do Estado do Rio Grande do Sul, onde o visitante conhecerá as raízes da formação do povo Gaúcho. O município possui infra-estrutura para receber os turistas que buscam os atrativos históricos, culturais e religiosos. São Miguel das Missões integra-se a roteiros turístico dos Patrimônios Históricos do Brasil.
Como Chegar
De Carro:
De Porto Alegre acessar à BR-386 e BR-285 até São Miguel, viagem de 499 Km. Também da Capital existe a BR-290, com 541 km.
De Ônibus:
A empresa Ouro e Prata possui ônibus diariamente de Porto Alegre para São Miguel das Missões e para Santo ângelo.
De Avião:
A região das Missões dispõe de um aeroporto regional brasileiro, o Aeroporto Sepé Tiaraju, que está localizado no município de Santo Ângelo, no estado do Rio Grande do Sul. Situa-se no quilômetro 13 da RS-218, à 8 km do centro da cidade.
O Litoral Norte catarinense é encantador. Destacam-se, na paisagem paradisíaca, Balneário Camboriú, mais famoso e freqüentado balneário de toda a região Sul do Brasil; São Francisco do Sul, terceira povoação mais antiga do Brasil, e Bombinhas, capital regional do mergulho.
É um litoral com muitos contrastes. Cidades com infra-estrutura e programação intensa para atender os visitantes, como Itapema e Itajaí, dividem espaço com pacatos e tranqüilos vilarejos de pescadores, como Barra do Sul, Barra Velha, Piçarras, Penha, Governador Celso Ramos.
O fluxo turístico está concentrado durante a temporada de verão. Mas há opções de lazer e divertimento o ano inteiro. Especialmente no outono, quando as paisagens ficam ainda mais luminosas e as águas permanecem quentes, perfeitas para o mergulho. O Beto Carrero World, em Penha, quinto maior parque temático do mundo, funciona todo o ano. E as cidades portuárias de Itajaí e São Francisco do Sul, que têm recebido os grandes navios de cruzeiro turísticos nos últimos anos, têm vida própria, com destaque para as atividades culturais.
Estâncias Climáticas da Serra da Mantiqueira apresentam cenários de montanhas, vales e rios, envolvendo cidades com características européias. Montanhas, vegetação exuberante e um dos melhores climas do mundo; dias lindos e noites badaladas. Campos do Jordão, a cidade mais alta do Brasil, a cerca de 1.700m de altitude, encanta quem passa por lá e domina a paisagem dos vales ao seu redor, possuindo florestas, morros, cachoeiras, rios e campos de grande beleza.
Todos aqueles que amam a natureza e a tranqüilidade do interior encontram na região vegetação abundante propícia aos esportes de aventura, turismo ecológico e turismo rural. Assim, essas são algumas das características dessas cidades da Serra da Mantiqueira e do Vale do Paraíba.
Caraguatatuba considerada a capital do litoral norte de São Paulo, devido sua localização geográfica e o seu comércio diversificado. A cidade possui infra - estrutura com bons hotéis, pousadas e restaurantes, vida noturna agitada com danceterias e bares com música ao vivo, além de suas 18 praias, Mata Atlântica preservada e diversas opções de passeios.
São Sebastião, cidade com vida noturna animada e culinária requintada, desdobra-se em sofisticadas ou simples e aconchegantes pousadas, hotéis, villages e resorts para receber milhares de pessoas apreciadoras da ecologia, de esportes náuticos, ou apenas em busca de belas praias.
Encravada num dos últimos redutos originais da Mata Atlântica, Ubatuba conseguiu preservar sua belíssima natureza. Existem praias para todos os gostos, desde as mais badaladas até as completamente desertas. Essas praias aliadas à vegetação exuberante da Serra do Mar transformam essa costa num dos mais belos patrimônios paisagísticos existentes.
Os antigos navegantes alertavam as embarcações que rumavam para esta parte da costa baiana: "Abra os olhos!". Eles referiam-se aos perigos encobertos pelas águas tranqüilas e azuis da região: as incríveis formações de corais. Alguns navios não conseguiram escapar e hoje fazem parte de um cenário deslumbrante de corais, moluscos e peixes, uma grande atração para mergulhadores. Fora os mergulhadores, essas águas recebem outros visitantes muito especiais. Todo inverno as baleias jubarte migram da Antártida em busca de um lugar seguro para procriar e amamentar os filhotes.
Os 91.300 hectares do Parque Nacional Marinho de Abrolhos abrigam o arquipélago formado por cinco ilhotas vulcânicas: Santa Bárbara, Sueste, Redonda, Guarita e Siriba. Devido à riqueza das águas da região, donas de uma rica fauna e exclusiva formação de corais, em 1983 foi criado o parque nacional. Mas a efetiva preservação deste santuário só foi possível pelo difícil acesso.
Aspectos Naturais
As ilhas que formam o arquipélago de Abrolhos surgiram do derramamento de lavas vulcânicas há mais de 50 milhões de anos. Elas abrigam ao seu redor formações de recifes de corais raras e belas. Uma delas, exclusiva da região, é conhecida como cérebro. No complexo coralíneo mais importante do Atlântico Sul, vivem 160 espécies de peixes tropicais, moluscos, crustáceos e tartarugas marinhas. Essa riqueza de alimento subaquático atrai diversas aves migratórias, como o benedito, o atobá e a fragata.
Clima
O clima da região é tropical semi-úmido, com temperatura média anual entre 24,5°C e 27°C. As visitas ao parque podem ser feitas durante todo o ano. No verão, a visibilidade das águas é ainda maior, ideal para a prática do mergulho. Quem quiser acompanhar o espetáculo das baleias jubarte, deve ir para lá no inverno, entre agosto e novembro.
Atrações
As águas claras do parque chegam a ter 30m de visibilidade, tornando o local um dos principais pontos de mergulho do Brasil. O cenário marinho conta com centenas de espécies de peixes tropicais, moluscos, crustáceos, formações de corais incríveis, além do Rosalina, um cargueiro italiano naufragado em 1.939. De Julho a novembro, as águas quentes e calmas de Abrolhos recebem as baleias jubarte, que migram da Antártida. Há a possibilidade de fazer uma caminhada por uma trilha na Ilha Siriba, para conhecer o ecossistema local com o acompanhamento de técnicos do Ibama.
Infra-estrutura
O ingresso custa R$ 9,00 e o Parque é aberto todos os dias. Diversas embarcações oferecem passeio de um dia ou mais à unidade.
As visitas ao arquipélago só podem ser feitas nas lanchas e escunas do Ibama. Não é permitido permanecer nas ilhas, onde há apenas uma base da marinha. Para pernoitar no local, só mesmo nas escunas, que fornecem alimentação completa e equipamentos para a prática dos mergulhos livre e autônomo. Na costa baiana, as cidades de Alcobaça, Prado, Caravelas e Nova Viçosa possuem infra-estruturahotéis, pousadas e restaurantes.
Objetivos específicos da unidade
Conservar amostras de ecossistema marinho excepcionalmente rico em recifes, algas e ictiofauna e proteger espécies ameaçadas de extinção, principalmente as tartarugas marinhas, baleias-jubarte, coral cérebro, conciliando a proteção integral da flora, da fauna e das belezas naturais com a utilização para objetivos educacionais, recreativos e científicos.
Porto Alegre é uma cidade sofisticada, contando com centros de convenções, infra-estrutura hoteleira de alto nível, shopping centers, shows e aeroporto internacional. Grandes parques e uma consciência ecológica transformaram a cidade numa das metrópoles mais verdes do Brasil.
É rica culturalmente, apresentando uma das noites mais agitadas do país. O potencial gastronômico é de qualidade internacional, com todas as tendências culinárias, do simples ao sofisticado. O pôr-do-sol de Porto Alegre adquire um encanto maior às margens do estuário do Guaíba, por onde navegam veleiros, navios e barcos de passeio.
Texto: Governo do Rio Grande do Sul