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A companhia aérea Gol passou a permitir que cães e gatos de estimação viajem na cabine de passageiros junto com seus donos, acomodados debaixo da poltrona.
A medida passou a valer nesta quarta-feira (11) apenas em voos nacionais. Ela se aplica a todos os tipos de cães ou gatos com ao menos quatro meses de idade e peso máximo de 10 quilos (incluindo a caixa de transporte, ou kennel). Até então, os animais só podiam viajar no compartimento de carga.
Outras companhias aéreas que fazem voos domésticos no Brasil já permitiam o transporte de animais na cabine. O peso total permitido varia: é de 8 kg na Avianca, 7 kg na TAM e 5 kg na Azul
Segundo a Gol, os passageiros com bichos de estimação não podem se sentar em saídas de emergência ou na primeira fileira, além de não ser permitido mais de um animal na mesma fileira.
Os animais precisam estar em boas condições de higiene e ter todas as vacinas em dia. De acordo com a ANAC, o dono deve apresentar atestado de sanidade do animal, fornecido pela Secretaria de Agricultura Estadual, Posto do Departamento de Defesa Animal ou por médico veterinário. O documento deve ser apresentado no embarque no máximo 72 horas após a emissão e precisa ter validade de dez dias.
O prefeito Kristof Pajer buscava uma forma de salvar sua pequena comunidade na Hungria da extinção. A solução? Ele colocou a cidade inteira para aluguel. Depois que sua campanha se tornou viral, as reservas se multiplicaram, vindas do mundo todo.
Por 210 mil florins (o equivalente a R$ 2,3 mil) por dia, visitantes podem ter acesso a sete casas de hóspedes onde dormem até 39 pessoas, um ponto de ônibus, cavalos, frangos e 4 hectares de terras em um sítio.
Os hóspedes ganham o título temporário de prefeitos substitutos e têm o direito de supervisionar a manutenção da lei e da ordem e de renomear as quatro ruas da vila durante sua estadia.
Desde que um anúncio sobre o aluguel da vila em um site húngaro ganhou atenção internacional no último mês, centenas de reservas foram feitas, por pessoas de lugares tão distantes quanto Austrália, África do Sul, Suécia e EUA.
A cidade recebeu ainda cerca de 70 milhões de florins (em torno de R$ 780 mil) da União Europeia para reformar as casas em seu estilo camponês original e construir um centro comunitário.
18 habitantes
Uma década atrás, a vila Megyer, localizada a 190 quilômetros de Budapeste, na Hungria, estava quase arruinada. A população foi reduzida a apenas 18 pessoas depois da queda do comunismo e as fazendas coletivas, que eram a fonte de emprego na área, desapareceram, levando muitos moradores a se mudarem de lá.
Depois de se apaixonarem pela paz e tranquilidade da cidade em uma visita em 2005, Pajes e alguns amigos compraram propriedades na vila e as transformaram em casas para hóspedes. Mas os negócios estavam devagar e eles não conseguiam lucro, conta Pajes, que é prefeito da cidade desde 2006. "Então tivemos a ideia de criar um pacote unificado para turistas", diz.
Pajes, que é engenheiro e se divide entre Budapeste e Megyer, além de tocar em duas bandas de rock, organiza um festival de música na pequena cidade desde 2011. Ele também está transformando uma casa vaga no museu da cidade.
As ilhas norueguesas de Svalbard, no Ártico, estão desencorajando visitantes de última hora que querem ver um raro eclipse solar na próxima semana, alertando que os hotéis estão cheios, o frio será intenso e os ursos polares estarão à solta.
Um eclipse total, quando a lua bloqueia o sol e sua sombra se projeta na Terra, irá percorrer o Atlântico no dia 20 de março, mas só será visível do solo em Svalbard e nas Ilhas Faroe. Nos dois locais os hotéis estão reservados há anos, embora as ilhas ainda tenham algumas vagas, inclusive em residências particulares.
O eclipse será visto de forma parcial no norte da África, na Europa e no norte da Ásia. Em Londres, por exemplo, 84% do sol será coberto pela lua.
Christin Kristoffersen, prefeito de Longyearbyen, principal assentamento de Svalbard, disse à Reuters que são esperados 1.500 visitantes para o eclipse, além dos 2.500 moradores, o que significa que o arquipélago normalmente acolhedor atingiu seu limite máximo de segurança.
“A segurança vem em primeiro lugar, antes até do que o eclipse”, afirmou. “Temos que cuidar das pessoas. É terrivelmente frio em março, e temos o desafio de lidar com os ursos polares”.
Um urso matou um adolescente britânico em Svalbard em 2011, a fatalidade mais recente. Em média, três ursos são mortos a tiro por ano em legítima defesa em Svalbard.
Aurora boreal
No melhor dos casos, com céu claro, a aurora boreal também será visível durante o eclipse matutino.
Nesta sexta-feira os céus devem ficar parcialmente enevoados, com temperaturas de -17 graus Celsius em Longyearbyen e -3 Celsius em Torshavn, capital das Ilhas Faroe, indica o Instituto Meteorológico Norueguês.
As Ilhas Faroe, uma nação autônoma dentro da Dinamarca, estimam que 8 mil visitantes irão engrossar sua população de 50 mil habitantes, segundo Torstein Christiansen, gerente de turismo e negócio da empresa Visit Torshavn.
Será o primeiro eclipse total nas ilhas desde 1954, e o próximo é esperado só para 2245.
Os acampamentos das ilhas, que geralmente abrem em maio, acolherão visitantes audaciosos. “E não temos ursos polares”, garantiu Christiansen à Reuters.
Em suas instalações a fim de proteger as obras de arte e não incomodar seus visitantes, anunciaram nesta quarta-feira (18) os meios de comunicação locais.
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O Museu do Palácio na Cidade Proibida, um dos recintos mais visitados pelos turistas em Pequim, restringiu o uso deste dispositivo ao considerar que pode ser um incômodo para outros visitantes e perigoso para os objetos expostos no museu.
Apesar de o museu não emitir uma proibição oficial, esta instituição cultural advertiu recentemente aos visitantes que se utilizassem o artefato em um lugar movimentado ou uma área estreita, os funcionários do museu terão direito a requisitá-lo.
"Tirar fotos no museu é uma opção boa para a divulgação das mensagens culturais, mas devemos prestar atenção a nossas formas", assinalou Cao Wei, um internauta do Weibo, o Twitter chinês.
Muito mais crítico se mostrou outro usuário desta popular rede social ao afirmar seu completo apoio "às ações dos museus para proibir o pau de selfie".
Vários museus em Wuhan, capital da província de Hubei (centro da China), começaram a exigir a seus visitantes que registrem seus paus de selfie antes de entrar nas instalações.
Segundo explicou o chefe de segurança do Museu de Arte Hubei, sua principal preocupação é a segurança das obras de arte do museu, por isso que também proibiram os paus de selfie, da mesma forma que o Museu de Nanjing (leste da China).
Com esta medida, os museus do gigante asiático se unem à iniciativa de outras instituições que também restringiram este dispositivo, como o Coliseu de Roma, os museus Smithsonian em Washington e a National Gallery de Londres.
Viajar gastando pouco, com bagagem leve, sem um itinerário muito definido e procurando conhecer a cultura e os moradores de cada lugar. Essas características atraem muitos viajantes para o turismo de mochilão, também conhecido como turismo “backpacker”.
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Confira dicas para quem vai viajar de avião pela primeira vez
Mas, ao contrário do que pode parecer, não basta colocar a mochila nas costas e sair pelo mundo sem nenhum planejamento. “Quanto mais informações a pessoa tiver, maior é o aprendizado, e maiores são as chances de economizar e de não se meter em roubadas”, afirma Douglas Sawaki.
Douglas e sua mulher, Júlia Sawaki, gostam de viajar “mochilando”: eles rodaram oito países da Ásia durante cinco meses, em 2007, e depois disso tiveram outras experiências mais curtas por destinos como Espanha, Inglaterra, Itália e Argentina.
Graduados em Turismo, os dois resolveram estudar essa modalidade de viagem. Escreveram artigos acadêmicos sobre o tema, criaram o blog Turismo Backpacker e abriram uma empresa de consultoria para destinos que querem atrair esse tipo de viajante.
Com base nas dicas de Douglas e Júlia , o G1 preparou um guia para quem quer se aventurar numa viagem de mochilão pela primeira vez.
1) Faça um roteiro da viagem
- O primeiro passo é escolher as cidades por onde vai passar e, em seguida, pesquisar a melhor forma de se mover entre elas. Não se esqueça de considerar o tempo de deslocamento na programação, pois alguns trechos podem durar o dia inteiro.
- Não faça uma maratona de cidades. Assim você não vai conhecer direito nenhum lugar e vai passar o dia preocupado em não perder o trem, o ônibus ou o voo para o próximo destino.
- Pesquise em guias ou na internet os atrativos de cada cidade. Se preferir, anote mais detalhes sobre eles (horário de funcionamento, localização, preço, tempo necessário para a visita etc.). Vale fazer um cronograma básico de visitação, para não correr o risco de acumular muitos atrativos no mesmo dia, tornando a viagem uma maratona. Mas reserve horários livres para imprevistos e também para descansar – e não se prenda completamente a esse planejamento.
- Depois de escolher os destinos-chave, explore as outras possibilidades. Veja se vale a pena incluir no roteiro locais interessantes no meio do caminho entre uma cidade e outra.
- Se o voo tiver uma escala ou conexão, considere fazer um “stopover”, isto é, uma parada programada (marcada na passagem aérea) na cidade da escala/conexão, que pode durar alguns dias e costuma ser gratuita ou bem barata.
- Se não quiser viajar sozinho, escolha bem a companhia. Vocês vão conviver 24 horas por dia por vários dias seguidos. Se a relação não for boa, pode arruinar a viagem.
2) Cuide da documentação
- Veja a documentação necessária para o visto de entrada, vacinas obrigatórias, seguro de viagem e validade do passaporte. Anote os contatos importantes como o telefone do consulado brasileiro no país de destino.
- Faça cópia digital do passaporte, cartões, passagens aéreas e reservas e envie tudo ao seu e-mail. Em caso de perda, furto ou roubo, as informações estarão guardadas para fazer B.O., segunda via ou o que for necessário.
3) Planeje seus gastos
- Anote em uma planilha os custos aproximados de hospedagem, alimentação, ingressos, passeios, diversão, compras e transporte. Faça uma estimativa média de gasto por dia e vá controlando durante a viagem para não faltar dinheiro.
- Fique atento ao câmbio da moeda antes da viagem, pois alguns países possuem taxa de câmbio estável, mas em outros a taxa varia muito de um dia para o outro. Analise a tendência de variação para não errar no orçamento.
- Considere os prós e contras de cada forma de levar dinheiro, baseado na facilidade de trocá-lo em cada destino e também na sua maneira de gerenciar o orçamento. As opções são cartão de débito, cartão de crédito, dinheiro em espécie, traveler cheques e cartão de viagem pré-carregado.
4) Escolha a sua mochila e não a sobrecarregue
- Prefira uma mochila que tenha estrutura fixa nas costas, alças confortáveis e reguláveis e barrigueira (a alça que se prende na cintura). Isso trará mais conforto. Quando o zíper tem acesso frontal, além do acesso superior, a bagagem fica mais organizada e as coisas podem ser encontradas com mais facilidade.
- O tamanho ideal é aquele que traga conforto a cada viajante. Mas lembre-se de que quanto menor for a mochila, melhor será, pois a tendência é colocarmos mais itens enquanto há espaço sobrando, aumentando assim o peso.
- Com a mesma bagagem de uma viagem de sete dias é possível viajar por um ano, lavando as roupas sempre que necessário e comprando novas peças quando for preciso. Escolha roupas leves e fáceis de lavar e secar, para utilizar menos as lavanderias e carregar menos peso. Roupas específicas para atividades outdoor são mais práticas.
- Pesquise o clima dos destinos na época em que vai viajar e tente escolher itens multifuncionais. É melhor, por exemplo, levar duas blusas finas e usar uma sobre a outra em vez de uma mais grossa, que ocupa muito espaço e poderá ser utilizada menos vezes.
- Quando mais peso, menos diversão. Por isso, não leve nada que não seja realmente necessário.
5) Economize na hospedagem
- Muitos mochileiros preferem ir reservando a hospedagem à medida que a viagem vai acontecendo, para ter a liberdade de ficar mais em um determinado destino, por exemplo. Só não se esqueça de conferir se é alta temporada ou se há algum grande evento no local. Nesses casos, é melhor já ter reserva prévia.
- A “hospedagem colaborativa” é a opção mais barata (na verdade, é gratuita). Em sites como Couchsurfing e Hospitality Club, os viajantes se cadastram e se conectam com pessoas que moram nos destinos turísticos. Estes oferecem estadia gratuita na própria casa, que pode ser um lugar no sofá, dividindo o quarto ou até um quarto privativo.
- Os albergues da juventude, ou hostels, oferecem camas em quartos coletivos e são mais econômicos do que os hotéis. Além disso, na maioria das vezes, têm um ambiente favorável para conhecer pessoas de diversos países.
- Há também sites como o Airbnb, que oferece reserva para residências de pessoas comuns. A estadia é paga, mas normalmente é mais barata, pois são os moradores que estipulam o valor e não há custos operacionais como nos hotéis.
- Existem opções boas e baratas que não estão em guias ou em sites, mas geralmente se concentram na mesma região dos hotéis que são mais divulgados. Se não tiver reserva prévia, vale procurar por eles quando chegar ao destino.
6) Veja se vale a pena optar pelo transporte local
- Alguns mochileiros têm mais tempo, consideram que o deslocamento faz parte da experiência da viagem e querem conhecer melhor o lugar. Por isso, optam por usar ônibus, trem ou outro transporte típico da população. Em alguns países essa experiência é uma verdadeira imersão cultural. Em outros lugares talvez essa experiência seja irrelevante, por isso o avião pode ser a melhor opção.
7) Coma o que os moradores comem
- Restaurantes menos turísticos, onde a própria população come, costumam ser mais baratos.
- Quando for escolher um restaurante simples, escolha aquele que tiver mais movimento. A comida costuma ser melhor e mais fresca do que os restaurantes do mesmo nível, mas que estão vazios.
- Se você gosta de gastronomia, vale pesquisar antes da viagem quais são os pratos típicos e os melhores restaurantes que os servem. É interessante prová-los pelo menos uma vez, mesmo que o restaurante seja um pouco acima do orçamento.
- Barraquinhas de rua são muito econômicas e oferecem comidas locais. Mas lembre-se de que, mesmo sendo muito comuns em algumas cidades, é preciso ter cuidado com a higiene delas.
8) Vá além dos pontos turísticos tradicionais
- Além dos museus e monumentos mais famosos, tente ir a outros lugares menos turísticos. Os blogs de viagens costumam indicar essas descobertas, mas pode-se também perguntar a moradores locais e outros viajantes que encontrar pelo caminho, sempre tendo cuidado com a própria segurança ao seguir as dicas.
- Mercados públicos, de preferência os não turísticos, são um bom lugar para vivenciar o dia a dia dos habitantes, fora das relações comerciais entre prestadores de serviços turísticos e turistas. Praças e parques também são boas opções para observar o cotidiano.
- Andar sem rumo definido, prestando atenção aos detalhes, ajuda a entender o cotidiano de uma determinada cidade. Mas é sempre bom saber quais são os lugares de risco ou impróprios para turistas.
9) Tente conhecer gente nova
- Saber algumas palavras no idioma local é bem visto e ajuda a iniciar uma conversa com os moradores. Mas não é preciso ser fluente em outro idioma: a simpatia pode compensar a dificuldade de comunicação.
- Deixe a timidez de lado e não se isole. É preciso um pouco de iniciativa para se aproximar dos moradores e de outros viajantes.
- Se você não sabe muitas curiosidades do Brasil ou de sua região, é bom pesquisar para ter assunto, pois geralmente os estrangeiros fazem muitas perguntas sobre o nosso país.
- Considere levar pequenos presentes do Brasil, como cartão postal. Pode ser uma maneira simpática de presentear pessoas que são marcantes durante a viagem.
10) Preze pela sua segurança
- Proteja a sua mochila: coloque cadeados em todos os zíperes e leve um para o locker. Considere levar uma corrente (de bicicleta) para prender a mochila em algo fixo, se necessário.
- Evite os golpes: onde há turistas, normalmente há pessoas pensando em ganhar dinheiro. Pesquise sobre os golpes comuns contra os viajantes.
Parte da iconografia tradicional nipônica, a floração dessas árvores é muito festejada no país. Nesta época, os japoneses transformam parques, jardins e até cemitérios com cerejeiras em amplas áreas para comer e beber ao ar livre. O hábito tem o nome de "hanami" ("observar as flores").
Um dos motivos da celebração é a beleza efêmera do fenômeno, que dura em torno de 15 dias apenas. O florescimento atinge seu auge no espaço de uma semana, e em duas semanas as flores caem das árvores.
A reserva, que mescla vegetações de caatinga e cerrado, fica a 25 quilômetros do Centro e reúne sete grupos de formações rochosas apelidados de "cidades".
Parque de Sete Cidades é repleto de formações que lembram símbolos e figuras humanas
Os monumentos naturais foram esculpidos pelo vento, pelas chuvas e pelo calor, dando origem a formas que lembram símbolos, animais e figuras humanas - as mais famosas são o Mapa do Brasil, a Cabeça de D. Pedro I e o Arco do Triunfo.
natural. Para desbravar as "cidades" e as outras atrações, há um percurso de 12 quilômetros liberado ao público. A exploração pode ser feita através de veículo próprio, a pé ou bicicleta. A melhor época para o passeio é entre dezembro e julho, quando a vegetação está verdinha e há bom volume de águas.
A visita ao parque dura cerca de meio dia. Vale a pena, então, aproveitar o restante da viagem para conhecer Piripiri.
A principal atração é o Museu da Roça, uma antiga residência em adobe datada de 1899. Por todos cômodos - varanda, salas, quarto e cozinha - espalham-se móveis antigos e coleções de moedas, louças, máquinas de costura, ferros de passar, rádios e televisores.
Entre os destaques do acervo estão um aparelho usado para a obturação de dentes na década de 40 e uma imagem de Santa Terezinha, encontrada num garimpo a 10 metros de profundidade, em 1975.
Para completar o tour, estique até o município vizinho de Pedro II, a 50 quilômetros. O charme fica por conta do centrinho histórico bem-preservado e do garimpo de opala, pedra preciosa extraída de dezenas de jazidas nos arredores. Parte das pedras é transformada em joias e bijuterias e são vendidas em lojas de Pedro II e de Piripiri. Quem prefere presentes menos suntuosos encontra redes artesanais, produzidas em teares rudimentares de madeira desde o século 19.